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Desabastecimento de oxigênio hospitalar no Ceará está descartado, dizem entidades

Desabastecimento de oxigênio hospitalar no Ceará está descartado, dizem entidades

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
16/04/2021 às 07h39
Desabastecimento de oxigênio hospitalar no Ceará está descartado, dizem entidades
Foto: Reprodução

Uma articulação entre a Secretaria de Saúde do Estado (Sesa), o MPCE, a Aprece e o Cosems tratou do problema que afetava os hospitais médios e pequenos que dependem dos cilindros de oxigênio, têm reduzido estoque e há dificuldade de distribuição e reposição, mediante o crescimento da demanda em até 300%.

A Sesa e a Aprece continuam mobilizadas e monitorando a situação. “Aqueles dias de agonia passaram e o fornecimento de oxigênio melhorou”, pontuou o vice-presidente da Aprece e prefeito de Várzea Alegre, Zé Hélder. “Avaliamos que a situação está sob controle”.

O diretor da Aprece observou que “hospitais que usavam seis cilindros de oxigênio por dia, passaram em determinado momento necessitar de 22 no mesmo prazo”. Os representantes das três instituições que acompanham o problema esclarecem que a escassez do gás decorreu da reduzida quantidade de cilindros em determinados hospitais e da dificuldade na logística de distribuição entre os fornecedores e as cidades.

Para a presidente do Cosems, Sayonara Cidade, “a articulação entre a Aprece e a Sesa, sob o acompanhamento do Ministério Público, foi um trabalho bem feito, que socorreu hospitais em vias de colapso”. Ela frisou que o fornecimento de oxigênio foi ampliado com a entrada de mais uma empresa de envasamento dos cilindros. “Por enquanto não há risco de uma nova crise”, reafirmou.

Diário do Nordeste