O promotor de Justiça Jairo Pequeno Neto foi responsável por oferecer as denúncias. O Ministério Público representou pela aplicação de medidas cautelares em desfavor do denunciado, requerendo o afastamento do homem na última quinta-feira, 3.
Desta forma, o docente teve todas as funções ligadas ao seu cargo suspensas pela Justiça, qualquer atividade escolar onde tenha contato com alunos não poderá ser exercida até que sejam finalizadas as ações penais interpostas contra ele. Além disso, o investigado foi proibido de frequentar qualquer unidade escolar do sistema público de ensino e de se comunicar com as vítimas e testemunhas da ação penal.
Destaca-se ainda que os fatos ocorridos em Pentecoste na quinta-feira, 3, evidenciam o temor de estudantes do ensino público local em relação ao denunciado. Como forma de protesto, o muro do colégio no qual o homem trabalha teve a frase pichada: “A escola é pública, meu corpo não”. De acordo com informações do promotor Jairo Pequeno Neto, o afastamento do docente serve como incentivo para que outras vítimas denunciem o caso à Polícia ou ao MPCE.
O Povo Online