A contratação, em si, não é ilegal, mas o Ministério Público questionou o segundo menor município de Roraima a respeito de como o valor do cachê foi arrecadado e qual será o retorno para os moradores da cidade.
Ao G1, o prefeito da cidade, James Batista (Solidariedade), disse que não brinca com dinheiro público e que "o evento trará receitas diretas para as contas do município que permitirão o pagamento de todas as despesas". O município tem um PIB de R$ 147,6 milhões, e possui cerca de 8 mil habitantes, de acordo com o IBGE.
O POVO