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Após um ano de operação letal, Polícia Militar faz nova ação em comunidade do Rio de Janeiro

Após um ano de operação letal, Polícia Militar faz nova ação em comunidade do Rio de Janeiro

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
02/08/2022 às 10h38 Atualizada em 02/08/2022 às 10h38
Após um ano de operação letal, Polícia Militar faz nova ação em comunidade do Rio de Janeiro
Foto: Reprodução

Agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope), do Batalhão de Ações com Cães (BAC) e do Batalhão de Choque (BPChq) estão atuando nos Complexos de comunidades do Chapadão e do Lins e nas comunidades do Engenho, da Galinha, do Jacaré e do Fubá.

Os agentes buscam armas, drogas e criminosos que atuam na área. O policiamento foi reforçado nos principais acessos da comunidade. Até o momento, a corporação não informou sobre prisões ou apreensões.

Operação mais letal do Rio de Janeiro
Mais de 250 policiais civis da Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA) e de Combate às Drogas (Dcod), com apoio de outras especializadas, participaram da operação, batizada Exceptis. O agente da Dcod André Frias morreu no início da ação.

A operação foi deflagrada para investigar o aliciamento de crianças e adolescentes para integrar a facção que domina a comunidade, explorando os menores para práticas como o tráfico de drogas, roubo de cargas, roubos a transeuntes, homicídios e sequestros de trens da Supervia.

A Polícia Civil tratou a ação como regular e colocou as investigações sobre 524 operações em sigilo por cinco anos. Desde junho do ano passado, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que as ações policiais devem acontecer apenas em caráter excepcional e com prévio aviso ao Ministério Público.

Levantamento realizado pelo Instituto Fogo Cruzado mostrou que a ação na comunidade do Jacarezinho é a mais letal da história do Rio de Janeiro.
Ceará Notícias