Segundo a delegada Ana Hass, Eliara Nardis, a mãe, teria escrito as cartas para planejar os crimes e avaliar as estratégias de defesa, quando ela viesse a ser principal suspeita dos assassinatos.
“Toda a dinâmica dos fatos leva a crer que não foi um surto, mas sim que ela arquitetou o plano, e todo esse tempo que ela ficou para se entregar, a gente acredita que ela ficou bolando planos e desculpas para tentar se explicar e usar como justificativas”, disse a delegada.
Nas cartas, a mulher articulava argumentos e desculpas. Ela alegava razões como a falta de dinheiro, a ausência do pai do menino, e que a família não dava suporte.