O laboratório dinamarquês Bavarian Nordic deve fornecer as doses após negociação com o governo federal e intermediação da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). “Estudos já mostram que uma dose dessa pode ser fracionada em cinco doses. Então nós podemos beneficiar um número maior de pessoas. A princípio, são aqueles que têm contato com o material contaminado”, destacou Queiroga.
Na entrevista, o ministro da Saúde ainda lembrou que “a doença é mais prevalente em homens que fazem sexo com outros homens, mas qualquer pessoa que teve contato pele com pele ou mucosa com mucosa com alguém infectado pode adquirir [o vírus]”.
O Brasil já notificou 6.869 casos confirmados da doença e 5.747 suspeitas, conforme atualização de sábado (17/9) do registro do Ministério da Saúde. A vacinação contra a monkeypox começou na Europa e América do Norte.
Metrópoles