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Pedido de CPI na CMFor: Oposição questiona corte de recursos na saúde

A iniciativa visa investigar as declarações de Carlos Mesquita (PDT), ex-líder de Sarto, que acusou a Prefeitura de cortar recursos ao Centro Regional Integrado de Oncologia (Crio)

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25/11/2023 às 08h56 Atualizada em 25/11/2023 às 09h04
Pedido de CPI na CMFor: Oposição questiona corte de recursos na saúde
Foto: Reprodução

O vereador Eudes Bringel (PSB), opositor do prefeito José Sarto (PDT) em Fortaleza, anunciou que 12 parlamentares já assinaram um documento solicitando a instauração de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). A iniciativa visa investigar as declarações de Carlos Mesquita (PDT), ex-líder de Sarto, que acusou a Prefeitura de cortar recursos ao Centro Regional Integrado de Oncologia (Crio). Mesquita sugeriu que o corte teria sido intencional para pressionar o Estado. A oposição busca mais três assinaturas para dar início à CPI na Câmara Municipal de Fortaleza.

No centro da polêmica, Mesquita afirmou que o corte de verbas teria como objetivo testar a resposta do Estado, provocando reações tanto na CMFor quanto na Assembleia Legislativa do Ceará. Eudes Bringel criticou a postura do prefeito Sarto, questionando como um gestor de saúde poderia cortar recursos da área com esse propósito. A oposição busca esclarecimentos e planeja envolver membros da base de Sarto na iniciativa, destacando o interesse exclusivo em apurar os fatos relacionados à saúde em Fortaleza.

Entendendo a gravidade da situação, Bringel convocou o presidente da Comissão de Saúde, Raimundo Filho (PDT), reforçando o propósito da CPI em esclarecer se houve negligência por parte do prefeito, conforme alegou o ex-líder Mesquita. A polêmica culminou na saída de Mesquita da liderança de Sarto após críticas e ofensas proferidas pelo vereador.

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