A ministra garantiu que não vai “direcionar nenhuma investigação com vistas a qualquer desembargador”, ao responder a perguntas dos repórteres sobre o levantamento feito pelo Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), a pedido do Conselho Nacional de Justiça, que identificou movimentações financeiras “atípicas” de R$ 855,7 milhões de 3.426 juízes e servidores do Poder Judiciário entre 2000 e 2010. A maior parte dessas movimentações (R$ 169,7 milhões) estava concentrada em tribunais paulista.