A preocupação é que essas greves, a princípio esporádicas, façam parte de um movimento articulado.As três greves mais recentes, duas ainda em andamento (em Salvador e Fortaleza), somam-se a outras 13 que já ocorreram desde o início das construções.Das 16 paralisações em obras de arenas da Copa registradas até agora - algumas foram paralisadas mais de uma vez -, só escaparam, curiosamente, apenas os três estádios definidos como particulares - Itaquerão (Corinthians), Beira-Rio (Internacional) e Arena da Baixada (Atlético Paranaense).A campeã de paralisações é a Arena Pernambuco, que teve interrupção dos trabalhos em outubro passado (24 horas), em novembro e em janeiro deste ano.
DN Online