Ela ressaltou que a que a legislação e a jurisdição eleitoral brasileira sobre o assunto ainda precisam ser aperfeiçoadas.Cármen Lúcia afirmou ainda que o tribunal não vai "judicializar campanhas eleitorais" e lembrou que o dever da Justiça Eleitoral é fazer com que excessos, abusos de poder econômico ou político, fraudes ou qualquer forma de corrupção sejam fiscalizados e impedidos. Segundo a ministra, "a Justiça Eleitoral não tem que entrar na questão a não ser naquilo que foi judicializado, para dar cumprimento à Constituição e à lei no sentido de que as eleições tenham lisura, tranquilidade, eficiência, e legitimidade".
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