Em alguns trechos, eles próprios aparecem vestindo roupas de gorila.Em nota, o órgão federal informou que o procurador responsável pelo caso, Frederico Pellucci, não viu ligação entre o uso da figura do gorila e a associação ao racismo."A invocação ao gorila tem mais a ver com a virilidade do que com a negritude", disse Pellucci na nota.O procedimento que apurava a suspeita de racismo foi instaurado após a Ouvidoria Nacional da Igualdade Racial, vinculada à Presidência da República, encaminhar denúncia.A suspeita de conteúdo sexista também foi descartada por Pellucci. Para ele, é comum haver mulheres de biquíni e "letras de música sugestivas" na mídia brasileira e o clipe "Kong" não foge à "rotina a qual nos submetem os meios de comunicação nesse particular", informa a nota.
Folha