O médico ligou para o celular da gestante e, como não havia mais tempo para a ambulância chegar, ele passou a orientá-la.De acordo com o médico que passou as orientações, Fernando Natal, o bebê, uma menina, demorou alguns segundos para chorar. “Com as orientações que eu fui passando, ela começou a chorar. Foi um momento muito emocionante ouvir o chorinho pelo telefone”, disse.O marido de Poliane disse que estava no trabalho quando foi comunicado do parto. Ele chegou em casa encontrou o bebê. “ Foi um susto muito grande, mas eu fiquei mais tranquilo quando vi que ela e o bebê estavam bem”, disse.A menina, que nasceu com 1,5 kg e foi levada para a incubadora do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) para ganhar mais peso, recebeu o nome de Lívia. Segundo os médicos, o estado dela é bom.Segundo o Samu, desde janeiro até esta quarta-feira, foram 20 casos de parto realizados em casa porque não houve tempo do socorro chegar. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência calcula que 67% das grávidas que acionam o serviço já estão em trabalho de parto. São 300 atendimentos desse tipo por mês.
Portal G1