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Polícia de Minas Gerais recebe nova pista sobre local do corpo de Eliza Samudio

Polícia de Minas Gerais recebe nova pista sobre local do corpo de Eliza Samudio

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
22/06/2012 às 16h39 Atualizada em 22/06/2012 às 16h39
O advogado de Sônia, José Arteiro Cavalcante Lima, que também atuou na acusação nas audiências de instrução e julgamento do goleiro Bruno e dos noves acusados de participação do sequestro e morte de Eliza, não informou detalhes do texto, mas afirmou que vai repassar o documento à Polícia Civil e ao Ministério Público para que sejam feitas buscas no local da denúncia.Sônia diz ter entrado em choque ao saber das informações sobre o local onde estaria o corpo. "Pouco antes de eu ser informada que a Eliza havia sido sequestrada e assassinada em Minas Gerais, em maio de 2010, eu sonhei que mataram a Eliza e que haviam jogado o corpo jogado em um local parecido com essa descrição", disse.Durante as investigações da Polícia Civil sobre o desaparecimento do corpo de Eliza, os investigadores vasculharam a mata no sítio do goleiro, em Esmeraldas, uma lagoa em Ribeirão das Neves, uma mata na divisa de Ribeirão das Neves e Contagem, e no Parque Lagoa do Nado, no Planalto. As buscas no parque foram feitas porque o rastreamento do celular de Bola indicou que na noite do dia 9 de junho, suposta data da morte da jovem, ele esteve na região.Embora o corpo de Eliza Samuido não tenha sido encontrado, Sônia disse ter certeza de que houve o crime. "Eu não tenho dúvida de que eles mataram a minha filha. Eu quero encontrar os restos mortais dela para ter o direito de me despedir”. Para Sônia, o plano de morte da filha, não foi só obra do Bruno. Ela diz que o jogador foi influenciado e pressionado, não só pelo amigo e braço direito, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, mas também pela ex-mulher dele, Dayanne dos Santos, com quem tem duas filhas, de 4 e 6 anos.Sônia acredita que Dayanne arquitetou tudo por ódio. Para ela, isso se agravou depois que Eliza teve um menino – um desejo de Bruno, que não tinha filhos homens. Essa é também a tese do advogado de Sônia, José Arteiro. "Não tem inocente nesta história. A jogada dos advogados de defesa é colocar toda a culpa no Macarrão, para que o Bruno consiga sua liberdade, volte a jogar futebol e assuma as despesas de seus comparsas. Mas eu acredito que a Dayanne ajudou a planejar tudo", disse Arteiro.

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