
O ex-ministro da Educação, Camilo Santana, descartou nesta quinta-feira (7) a possibilidade de disputar novamente o Governo do Ceará nas eleições de 2026. A declaração foi dada durante entrevista concedida em Fortaleza, após encontro promovido pela Associação de Jovens Empresários (AJE).
Ao ser questionado sobre uma eventual candidatura ao Palácio da Abolição, Camilo afirmou que seu candidato é o atual governador Elmano de Freitas e disse que pretende trabalhar pela reeleição do aliado.
“Meu candidato a governador é Elmano de Freitas”, declarou.
Camilo afirmou que sua prioridade será atuar na coordenação política das campanhas do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de Elmano no Ceará.
“Quero ajudar a coordenar a campanha do presidente Lula e do governador”, afirmou.
Durante a entrevista, Camilo Santana destacou resultados administrativos da atual gestão estadual e afirmou que o grupo político pretende apresentar esses indicadores como parte do debate eleitoral de 2026.
Entre os pontos citados pelo ex-ministro estão investimentos em educação, saúde, segurança pública, geração de empregos e infraestrutura econômica no Ceará.
Camilo também mencionou projetos estratégicos ligados ao desenvolvimento do estado, como o avanço do hub portuário do Pecém, investimentos em data centers, expansão de universidades e projetos de energia renovável.
Segundo ele, o objetivo é garantir continuidade administrativa e evitar retrocessos políticos.
“Nós vamos trabalhar muito para reeleger o governador Elmano”, disse.
Camilo Santana declarou ainda que a composição da chapa governista será construída em conjunto com partidos aliados da base política estadual.
O ex-ministro citou legendas como PSD, MDB, PSB e Republicanos como integrantes do grupo político que participará das negociações para definição das candidaturas ao Senado e aos demais cargos majoritários.
Durante a entrevista, Camilo também reforçou o apoio à permanência do senador Cid Gomes no Senado Federal.
“O senador Cid reforça muito a chapa do governador Elmano nessas eleições”, declarou.
Apesar da defesa pública do nome de Cid Gomes, o ex-ministro negou qualquer tipo de veto a outros nomes dentro da base governista e afirmou que as decisões serão tomadas coletivamente entre os aliados.