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Aluno autista é alvo de agressão com chutes na cabeça em escola de Itaitinga

Denúncia feita por uma estudante aponta que o aluno teria sido agredido por outro colega; Secretaria da Educação afirma que houve um conflito físico e diz ter adotado providências

30/09/2026 às 14h14
Por: Rita de Cássia Fonte: GC Mais
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

Um aluno da Escola Pública Perboyre e Silva, em Itaitinga, na Região Metropolitana de Fortaleza, foi alvo de uma agressão física dentro da unidade de ensino, segundo denúncia feita por uma estudante. Imagens relacionadas ao caso mostram o estudante recebendo chutes na região da cabeça durante o episódio.

A estudante que denunciou o caso afirma que o aluno é autista e que as agressões praticadas por outro colega estariam ocorrendo com frequência. Essa informação sobre uma possível repetição dos episódios, porém, não foi confirmada pela Secretaria da Educação de Itaitinga.

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Em nota, a pasta informou que houve um conflito físico entre dois estudantes da mesma sala. Segundo a Secretaria, o episódio começou durante uma interação descrita como uma brincadeira e evoluiu para uma situação de confronto entre os colegas.

A direção da Escola Perboyre e Silva foi procurada pela reportagem para esclarecer quando tomou conhecimento do caso e quais medidas foram adotadas diretamente pela unidade, mas não apresentou posicionamento até o momento.

O que aconteceu dentro da escola

As imagens relacionadas à denúncia registram parte do episódio e mostram o estudante sendo atingido por chutes na região da cabeça. O vídeo, entretanto, não permite estabelecer sozinho todo o contexto que antecedeu ou sucedeu a agressão.

A denúncia apresentada por uma estudante atribui a agressão a outro aluno e levanta questionamentos sobre a segurança do estudante no ambiente escolar. A aluna também afirma que situações semelhantes teriam acontecido em outras ocasiões.

A Secretaria da Educação apresenta uma versão diferente sobre a frequência dos episódios. De acordo com a pasta, o caso específico foi tratado como um conflito físico entre dois colegas de sala, sem confirmação da alegação de que as agressões ocorreriam diariamente. Não foram informados, até o momento, detalhes sobre eventual atendimento médico do estudante, a existência de registro policial ou outras consequências decorrentes da agressão.

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