A aposta é usar as cerca de 12 mil agências instaladas em todo o Brasil para levar o novo braço de negócios a todos os cantos do país. O aval da pasta, a qual os Correios estão vinculados, é feito no momento em que a empresa que detém o monopolio pelas entrega das correspondências no país começa a renovar a identidade visual de sua marca e de suas agências.
Segundo a portaria, a empresa pode explorar o serviço de MVNO “mediante a constituição de subsidiárias ou a aquisição de controle ou de participação acionária em sociedades empresariais já estabelecidas”.
Para sustentar a operação, os Correios têm um acordo com a holding do Grupo Poste Italiane, o serviço de correio da Itália, com a qual formará uma joint venture. Será essa empresa que pedirá à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) autorização para se tornar uma operadora virtual. O investimento previsto na operação é de R$ 150 milhões dentro de cinco anos. O serviço de telefonia dos Correios deve começar a funcionar até o fim do ano.
G1