Segundo nota oficial do órgão, a apuração do caso será retomada na manhã desta terça-feira (1º), quando uma nova decisão será tomada. Nas imagens divulgadas, Victor faz, em português, perguntas de cunho sexual para uma vendedora de papiro que não entende o idioma. "Elas gostam é do bem duro. Comprido também fica legal, né?", diz o médico, enquanto a mulher mostra os produtos.
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No Egito, as pessoas subiram a hashtag 'responsabilize o assediador brasileiro', em repúdio à atitude.
Sorrentino tem mais de 300 mil inscritos em seu canal do YouTube, onde compartilha vídeos sobre saúde. As suas outras redes sociais foram desativadas após a prisão.
Investigação
Detido desde a manhã do domingo (30), Sorrentino foi interrogado por ação "de expor a vítima a insinuações sexuais e insinuações com palavras, a sua transgressão aos princípios da família e valores da sociedade egípcia, sua violação da santidade da vida privada da vítima e seu uso de sua conta online privada para cometer esses crimes", confirmou o MP.
O brasileiro, no entanto, alegou ao órgão que teria divulgado as imagens como uma piada. Após a repercussão do caso, ele pediu desculpas à vítima, que insistiu no processo judicial. Antes de ser preso, Sorrentino comenta que se sentiu culpado. "Chega a bater uma culpa na gente". Victor também fala sobre sua família. Ele conta que a esposa, Kamila Monteiro disse que o filho do casal "sentiu alguma coisa" e ficou sem dormir: "A nossa energia passa para o nosso filho, né?", disse.
Diário do Nordeste