A menina estava na casa da avó paterna, quando foi convidada — junto a outras crianças — para brincar nos equipamentos deste empresário. Contudo, ao chegar no local, as outras não puderam brincar na cama elástica, apenas a menina violentada. A menina teria chegado cabisbaixa, sem querer tomar banho e pedindo para dormir.
A criança repassou para a própria família que o suspeito teria baixado a roupa dela, fornecido um celular para que ela assistisse vídeos e teria tirado também a própria roupa. As outras crianças relataram que escutou a criança mandando ele parar, conforme a delegada;
Déborah informou que o suspeito nega veementemente os fatos. Déborah também revela que o resultado provisório do exame de corpo e delito feito pelo Instituto Médico Legal (IML) na criança deu positivo para a prática de atos libidinosos.
“Ele alega que sequer viu essa criança no dia do fato, que não conhecia a criança; o que a gente já sabe que não procede, porque a residência da avó da criança é muito próximo ao local, a esse galpão, onde ele guarda esses brinquedos. É costume essa criança ir para esse local, inclusive com outras crianças, a gente já sabe que as informações que ele nos ofertou não são procedentes”, revela a delegada.
O homem está preso e à disposição da Justiça. A delegada revela também que a investigação segue para tentar averiguar se o crime foi cometido contra outras crianças também.
G1 CE