Na ação contra a emissora, o homem afirmou que a exibição do momento de sua prisão foi “irrazoável”, pois disse jamais ter sido investigado, denunciado ou condenado pelos delitos de extorsão, organização criminosa, agiotagem e lavagem de dinheiro como os réus da investigação, além de mencionar que as imagens da prisão foram filmadas por policiais.
Em sua defesa, a Globo enviou contestação dizendo que as alegações do exequente são deturpadas e cita que ele foi preso pelo crime de corrupção passiva e estelionato, em processo que encontra-se em segredo de Justiça.
"A despeito de reconhecer estar preso e já ter sido condenado em 1º grau por diversos crimes, insiste que a reportagem o teria associado à operação de forma inverídica e sensacionalista. Nenhuma indenização cabe no caso concreto", afirmou a emissora carioca.
A emissora ainda ressaltou que a reportagem tinha interesse coletivo e cunho informativo, amparada por fontes oficiais asseguradores da consistência material das informações narradas. O homem segue tentando recursos no processo, com o último recurso sendo apresentado em setembro de 2021.
O POVO