A pesquisa, que ouviu 2.556 pessoas acima de 16 anos, em 181 cidades de todo o país, foi realizada em meio às denúncias que atingem o Ministério da Educação sob o governo Jair Bolsonaro (PL), com suspeita de envolvimento de pastores em um esquema de propina. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou menos.
O índice mais alto fora registrado em março de 2021: 67% dos entrevistados achavam, na ocasião, que a corrupção aumentaria. Na mesma pesquisa, 8% acham que a corrupção iria reduzir (menor índice).
Os resultados:
- Corrupção vai aumentar: 53% (36% em dezembro de 2021, 61% em setembro, 56% em julho e 67% em março)
- Corrupção vai diminuir: 17% (30% em dezembro de 2021, 11% em setembro, 13% em julho e 8% em março)
- Corrupção vai ficar como está: 26% (29% em dezembro de 2021, 24% em setembro, 26% em julho e 23% em março)
- Não sabem: 4% (4% em dezembro de 2021, 3% em setembro, 5% em julho e 3% em março)
Segundo o Datafolha, a expectativa do aumento de corrupção é maior entre os que ganham até dois salários mínimos e os quem têm ensino fundamental, 59%; e entre as mulheres, 58%. É menor entre os que recebem mais de dez salários: 38%. A expectativa de redução na corrupção é superior entre homens, 20%; quem tem ensino superior, 20%; e pessoas com renda acima de dez salários, 26%.
Portal G1