Segundo a Polícia Civil, mesmo com a confissão as investigações continuam. “Ela disse que já foi garota de programa e não queria que as filhas tomassem o mesmo rumo por terem iniciado a vida sexual tão cedo”, disse o delegado responsável pelo caso, André Beckman.
Uma das possibilidades investigadas pela Polícia Civil de SC é de que a criança teria sido vítima de violência sexual. Conforme a nova versão relatada pela mãe, ela suspeitava de que Luna mantinha relações sexuais com um suposto namorado.
Dessa forma, a violência teria sido uma forma de castigar a menina por seu comportamento. Agora, a polícia busca checar a veracidade do depoimento, assim como investigar a possível contribuição do padrasto, que também é suspeito de participar do crime.
Nesse sábado (16/4), a mulher e o padrasto tiveram as prisões temporárias decretadas. Nenhum dos dois teve as identidades reveladas. Segundo a Polícia Militar, o homem tem 41 anos e possui passagens pela polícia por violência doméstica e posse de drogas. A mãe da menina tem ainda outros dois filhos: uma menina de 6 anos, que foi entregue ao pai biológico, e um garoto de 9 meses, que está sob responsabilidade do Conselho Tutelar.
Entretanto, o laudo médico apontou que ela tinha lesões no crânio, pulmão, rosto, pernas e braços, além de ferimentos vaginais. Uma perícia realizada na casa em que o crime aconteceu encontrou manchas de sangue no quarto da garota, em uma calça masculina e em um sofá.
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