E esse não foi o único argumento de Bolsonaro para evitar a posse de Lula. A atuação do Tribunal Superior Eleitoral também entra no pacote.
Bolsonaro está convencido de que, ao longo da campanha, recebeu tratamento desigual do TSE. Comparecer à cerimônia em janeiro, portanto, seria avalizar o processo eleitoral.
Metrópoles