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Ceará confirma terceiro caso de mpox em 2026 e soma 29 notificações da doença

Com a atualização, o balanço anual da doença no Ceará contabiliza 29 casos notificados, sendo três confirmados, 24 descartados e dois ainda classificados como suspeitos

Rita de Cássia
Por: Rita de Cássia Fonte: GC Mais
20/03/2026 às 10h42
Ceará confirma terceiro caso de mpox em 2026 e soma 29 notificações da doença
Foto: Reprodução

O Ceará confirmou o terceiro caso de mpox em 2026. A informação foi registrada nesta sexta-feira (20) na plataforma IntegraSUS, sistema oficial que consolida dados epidemiológicos no estado.

Com a atualização, o balanço anual da doença no Ceará contabiliza 29 casos notificados, sendo três confirmados, 24 descartados e dois ainda classificados como suspeitos. Até o momento, não há informações divulgadas sobre faixa etária ou sexo da pessoa diagnosticada no caso mais recente.

Atualização eleva número de confirmações no estado

Antes da nova confirmação, o Ceará havia registrado dois casos da doença em 2026, ambos no mês de fevereiro. Os dados constavam na plataforma IntegraSUS, do Governo do Estado.

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Até então, o balanço indicava 27 casos notificados no ano, sendo 17 descartados e oito sob investigação.

O primeiro caso confirmado havia sido divulgado em 9 de março e envolvia um homem. Segundo a Secretaria da Saúde do Ceará, o paciente recebeu atendimento médico e apresentou evolução clínica favorável durante o acompanhamento.

No dia 10 deste mês, o primeiro caso de mpox no estado em 2026 também foi confirmado por meio do painel de monitoramento do Centro Nacional de Inteligência Epidemiológica e Vigilância Genômica.

Ceará confirma terceiro caso de mpox e atualiza dados da doença em 2026

A vigilância epidemiológica estadual mantém monitoramento contínuo das notificações para identificar possíveis novos casos e orientar os serviços de saúde.

A principal forma de transmissão da mpox ocorre por contato direto pessoa a pessoa, incluindo contato com pele e secreções. A infecção também pode acontecer por exposição próxima e prolongada a gotículas respiratórias e outras secreções corporais.

Diagnóstico laboratorial e vacinação

O diagnóstico é confirmado por exames laboratoriais, como testes moleculares ou sequenciamento genético realizados a partir de secreções ou crostas das lesões.

Segundo o Ministério da Saúde, não há medicamento aprovado especificamente para tratar a doença.

Entre os grupos prioritários para vacinação estão pessoas que vivem com HIV/Aids, profissionais de laboratório e indivíduos que tiveram contato direto com fluidos ou secreções corporais de casos suspeitos, prováveis ou confirmados.