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Motorista que destruiu arco histórico no Ceará é autuado por dirigir sob efeito de álcool

Condutor, de 49 anos, foi detido em flagrante pela Polícia Militar e autuado pela Polícia Civil.

27/08/2026 às 15h57
Por: Rita de Cássia Fonte: G1 Ceará
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Foto: Reprodução
Foto: Reprodução

O motorista do caminhão que colidiu e destruiu um arco histórico na entrada da estrada que dá acesso ao Açude Cedro, em Quixadá, no interior do Ceará, na tarde desta quarta-feira (26), foi autuado pela polícia por dirigir sob eleito de bebida alcoólica.

Uma câmera de segurança registrou o momento em que um contêiner que era levado pelo caminhão bateu no arco, fazendo o monumento desmoronar sobre o veículo, na Avenida José de Freitas Queiroz. Apesar do estrago, ninguém ficou ferido.

Segundo a Secretaria da Segurança, o condutor, de 49 anos, que não teve a identidade informada, foi conduzido pela Polícia Militar à Delegacia de Quixadá, onde foi autuado em flagrante por dirigir sob influência de bebida alcoólica.

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A área e a estrutura do portal são de responsabilidade do Departamento Nacional de Obras Contra as Secas (Dnocs). A Prefeitura de Quixadá prestou apoio a ocorrência por meio do Departamento Municipal de Trânsito (DMT), da Secretaria de Turismo e Eventos e da Procuradoria Geral do Município.

"As equipes municipais estão acompanhando de perto, contribuindo com as medidas necessárias no âmbito de suas atribuições e buscando garantir a segurança e a organização do trânsito no local", disse a Prefeitura de Quixadá.

Importância histórica

A construção do Açude do Cedro, em Quixadá, foi a primeira grande obra hídrica do Brasil, iniciada no final do século XIX por ordem do imperador Dom Pedro II. A obra começou em 1890 e foi concluída em 1906, já no período republicano.

Com capacidade para cerca de 125 milhões de metros cúbicos de água, o açude se integrou à paisagem local, em que se destaca a Pedra da Galinha Choca, ponto turístico tombado pelo patrimônio histórico nacional, e é usado atualmente para lazer.

Atualmente, o Açude Cedro enfrente um volume muito baixo de água, com menos de 10% da capacidade, segundo o Portal Hidrológico da Companhia de Gestão e Recursos Hídricos (Cogerh).

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