
O vereador de Quixeramobim, François Saldanha, de 67 anos, morreu nesta terça-feira (15). Ele estava hospitalizado desde a última quinta-feira (10) quando se envolveu em um acidente de trânsito no município, em que colidiu com uma caminhonete carregada de tinta e "deixou" o motorista do outro veículo pintado de verde na CE-060.
A Câmara Municipal de Quixeramobim lamentou a morte. "Ex-presidente da Câmara Municipal de Quixeramobim por duas vezes, François Saldanha deixa, além da saudade entre familiares, amigos e colegas, um importante legado de serviço, dedicação e compromisso com a população de Quixeramobim. Sua trajetória na vida pública foi marcada pelo desejo de contribuir com o desenvolvimento do município e pelo trabalho em defesa dos interesses da comunidade", disse a Casa.
A sessão ordinária que seria realizada nesta quarta-feira (16) foi cancelada devido à morte. “O Presidente da Câmara Municipal de Quixeramobim declara luto oficial de três dias no âmbito do Legislativo Municipal, como forma de prestar homenagem e reconhecer a trajetória de serviço público e a contribuição de François Saldanha para o município”, informou a Câmara de Quixeramobim.
“Neste momento de dor, a Câmara Municipal se solidariza com seus familiares, amigos, colegas e todos que tiveram a oportunidade de conviver com sua trajetória, desejando força e conforto para enfrentar esta irreparável perda. Que Deus conforte os corações enlutados e receba o vereador François Saldanha em Sua infinita misericórdia”, complementou a Casa.
Na sexta-feira (11), a Justiça havia concedido liberdade provisória ao vereador de Quixeramobim. Ele havia sido preso por embriaguez ao volante.
A Justiça expediu alvará de soltura em favor do vereador. Ele não passou por audiência de custódia pois ficou internado em estado grave na UTI do Hospital Regional do Sertão Central (HRSC), em Quixeramobim. Depois, ele foi transferido para um hospital particular.
O vereador François Saldanha ficou sob escolta policial no hospital devido aos ferimentos causados pelo acidente. Com a decisão judicial, o parlamentar não ficou mais escoltado enquanto permanecia na unidade hospitalar.