“Galo! Galo!”, gritava um ambulante da região – galo é uma gíria que significa 50 reais. Ao se aproximar, Oliveira registrou o motivo da balbúrdia em uma foto: uma caixa de uma suposta vacina contra a Covid-19 estava sendo vendida pelo camelô por esse valor.
A imagem da caixa, repleta de caracteres chineses, logo viralizou nas redes sociais. Ao explicar a transação da vacina falsificada, o ambulante ainda ofereceu a aplicação por 10 reais em uma “farmácia ‘no coute’” – no coute é outra gíria, dessa vez para algo feito “no esquema”.
A vacina original ainda não foi disponibilizada, tampouco colocada à venda pelas autoridades.
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