A informação foi confirmada pelo UOL pela neta do homem. De acordo com ela, o idoso já estava muito debilitado, principalmente por estar acamado há cerca de um ano, por decorrências de um AVC. A familiar relatou que o avô dela precisava tirar secreções dos pulmões desde que ficou acamado, em idas para a fisioterapia.
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"Ontem a fisioterapeuta percebeu que ele estava [muito] cansado", disse ela ao UOL. Ele morreu no mesmo dia. Ela afirmou que não sabe se a saída do avô no começo do mês para fazer a prova de vida do INSS presencialmente, teria prejudicado a saúde do idoso.
O caso do idoso chamou muita atenção e gerou revolta após uma familiar publicar em uma rede social sobre a ida do avô para fazer a prova de vida do INSS em uma agência do Banco do Brasil. O episódio havia acontecido no dia 4 de junho. A familiar questionou se a ida ao banco era realmente "o procedimento para fazer uma prova de vida de um idoso acamado durante uma pandemia".
Através de nota enviada ao UOL para comentar o caso, o Banco do Brasil informou "que não prestou qualquer tipo de orientação para que a prova de vida, no caso do senhor de 80 anos de Piripiri, fosse realizada em alguma de suas agências."
UOL