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Estudo aponta que professores possuem a profissão que a população mais confia

Estudo aponta que professores possuem a profissão que a população mais confia

Thiago Rodrigues
Por: Thiago Rodrigues
18/10/2021 às 19h16 Atualizada em 18/10/2021 às 19h16
Estudo aponta que professores possuem a profissão que a população mais confia
Foto: Reprodução

Se os professores estão em primeiro lugar, em contrapartida, os menos confiáveis são os políticos em geral, com 77% da opinião dos brasileiros. O segundo lugar na lista negativa não foi muito diferente: 65% dos entrevistados no país responderam "os membros do governo". Para completar o pódio, os banqueiros não são confiáveis para 47%.

A pesquisa foi realizada em 28 países e desses o Brasil e o Chile são os que mais confiam nos professores, com percentual de 68% dos respondentes demonstrando confiança. Em segundo lugar está a Rússia (67%) e, na terceira posição, ficam empatados Malásia, China e Arábia Saudita (cada um deles com 65%). Em contrapartida, os japoneses (22%), sul-coreanos (33%) e alemães (40%) são as nacionalidades que menos enxergam a profissão de professor como confiável.

Já os ofícios que menos inspiram confiança, de acordo com a média global, são os políticos em geral (citados por 63% como não-confiáveis), os membros do governo (54%) e os executivos publicitários (37%) - esses últimos não ganharam destaque na lista brasileira.

A pesquisa foi realizada on-line e ouviu 19.570 entrevistados com idades entre 16 e 74 anos. Os dados foram coletados de 23 de abril a 07 de maio de 2021. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais. Confira abaixo a lista completa das profissões e o seu percentual de confiabilidade:

  1. Professores (68%)
  2. Cientistas (68%)
  3. Médicos (66%)
  4. Membros das forças armadas (35%)
  5. Homens e mulheres comuns (35%)
  6. Policiais (30%)
  7. Jornalistas (34%)
  8. Pesquisadores de opinião (IBGE, IBOPE...) (33%)
  9. Funcionários Públicos (27%)
  10. Apresentadores de televisão (26%)
  11. Juízes (26%)
  12. Padres, clérigos e pastores (25%)
  13. Empresários (23%)
  14. Advogados (22%)
  15. Publicitários (19%)
  16. Banqueiros (14%)
  17. Trabalhadores do governo (9%)
  18. Políticos em geral (6%)