Se os
professores estão em primeiro lugar, em contrapartida, os menos confiáveis são os políticos em geral, com 77% da opinião dos brasileiros. O segundo lugar na lista negativa não foi muito diferente: 65% dos entrevistados no país responderam "os membros do governo". Para completar o pódio, os banqueiros não são confiáveis para 47%.
A pesquisa foi realizada em 28 países e desses o Brasil e o Chile são os que mais confiam nos professores, com percentual de 68% dos respondentes demonstrando confiança. Em segundo lugar está a Rússia (67%) e, na terceira posição, ficam empatados Malásia, China e Arábia Saudita (cada um deles com 65%). Em contrapartida, os japoneses (22%), sul-coreanos (33%) e alemães (40%) são as nacionalidades que menos enxergam a profissão de professor como confiável.
Já os ofícios que menos inspiram confiança, de acordo com a média global, são os políticos em geral (citados por 63% como não-confiáveis), os membros do governo (54%) e os executivos publicitários (37%) - esses últimos não ganharam destaque na lista brasileira.
A pesquisa foi realizada on-line e ouviu 19.570 entrevistados com idades entre 16 e 74 anos. Os dados foram coletados de 23 de abril a 07 de maio de 2021. A margem de erro para o Brasil é de 3,5 pontos percentuais. Confira abaixo a lista completa das profissões e o seu percentual de confiabilidade:
- Professores (68%)
- Cientistas (68%)
- Médicos (66%)
- Membros das forças armadas (35%)
- Homens e mulheres comuns (35%)
- Policiais (30%)
- Jornalistas (34%)
- Pesquisadores de opinião (IBGE, IBOPE...) (33%)
- Funcionários Públicos (27%)
- Apresentadores de televisão (26%)
- Juízes (26%)
- Padres, clérigos e pastores (25%)
- Empresários (23%)
- Advogados (22%)
- Publicitários (19%)
- Banqueiros (14%)
- Trabalhadores do governo (9%)
- Políticos em geral (6%)