No entanto, ao chegar no Hospital Regional de Cotia, os parentes relatam que Rosenice não foi atendida imediatamente, pois, segundo o hospital, teria que ser encaminhada por uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento). Ainda conforme a família, a paciente só foi atendida após o registro de um boletim de ocorrência. A vítima foi internada em estado gravíssimo, passou por duas cirurgias, mas não resistiu e morreu.
Uma semana antes, a mulher chegou a procurar uma UPA com fortes dores na virilha, dor de cabeça e vômitos. Após ser medicada, Rosenice foi mandada de volta para casa, mas dois dias depois já não conseguia mais andar.
De acordo com o hospital, Rosenice morreu de septicemia por fasciíte necrosante, uma infecção bacteriana rara e extremamente grave. Em nota ao R7, a Prefeitura de Cotia informou que, no momento do chamado, as duas ambulâncias que dão assistência no suporte básico da cidade estavam em atendimento.
Também em nota, a Secretaria Estadual de Saúde alegou que os relatos da família não procedem, que a paciente chegou em estado grave e foi atendida antes mesmo da chegada da guarda municipal ao local. E que, infelizmente, o estágio avançado da doença impediu que a paciente respondesse bem ao tratamento.
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