O remédio já foi aprovado no Reino Unido. Os resultados preliminares dos estudos sobre o medicamento mostram que pacientes que tomaram o molnupiravir até 5 dias depois do início dos sintomas tiveram uma taxa de hospitalização e de morte 50% menor do que aqueles que receberam placebo.
Por outro lado, o medicamento não mostrou eficácia em casos graves da covid-19. A própria empresa MSD também reforça que o remédio não é uma forma de substituir a vacina. “As vacinas continuam sendo essenciais no controle da Covid-19 e a disponibilização de tratamentos antivirais será uma forte aliada no combate à pandemia para reduzir as complicações pela doença”, explicou Hugo Nisenbom, presidente da farmacêutica no Brasil.
A Fiocruz deverá participar de testes para continuar testando a eficácia do medicamento no Brasil. Além disso, a MSD prevê fazer estudos futuros para desenvolver um antiviral contra outras doenças importantes no país, como dengue e chikungunya.
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